El derecho administrativo como instrumento para la perpetuación de la democracia

Palabras clave: democracia, derecho administrativo, derecho público, fuentes del derecho, evolución

Resumen

La democracia sufre varias distorsiones conceptuales y prácticas cada vez más debido a la evolución tecnológica. Este hecho interfiere tanto en las relaciones humanas como en las relaciones entre las personas físicas o jurídicas privadas entre sí y entre ellas y el Estado. Ante este problema y la relación entre administrador y administrado, es claro que el Derecho Administrativo asume un papel instrumental para la perpetuación de la democracia. Este artículo tiene como objetivo demostrar el uso del Derecho Administrativo en el Estado democrático y, con los objetivos específicos, demostrar el origen y evolución de la democracia y el derecho administrativo. En este contexto, se analiza la posibilidad de utilizar los diversos instrumentos existentes en el Derecho Administrativo como medio de perpetuación de la democracia. La metodología utilizada fue analítica y, como marco teórico, se utilizan varios autores clásicos en la conceptualización de la democracia y el Derecho Administrativo, además de jurisprudencia de tribunales superiores para demostrar la aplicación práctica.

Biografía del autor/a

Alexander Marques Silva, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Brasil.

Pós-graduado em Direito Público pela Universidade Candido Mendes; pós-graduado em Direito Proces- sual pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais; graduado em Direito; professor de Direito Processual Penal, Constitucional e Direito Administrativo. Analista jurídico no estado de Minas Gerais. Afiliado à Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Brasil. Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.

Correio eletrônico: profesor.alex83@gmail.com ORCID: https://orcid.org/0000-0001-7757-385X

Descargas

La descarga de datos todavía no está disponible.

Biografía del autor/a

Alexander Marques Silva, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Brasil.

Pós-graduado em Direito Público pela Universidade Candido Mendes; pós-graduado em Direito Proces- sual pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais; graduado em Direito; professor de Direito Processual Penal, Constitucional e Direito Administrativo. Analista jurídico no estado de Minas Gerais. Afiliado à Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Brasil. Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.

Correio eletrônico: profesor.alex83@gmail.com ORCID: https://orcid.org/0000-0001-7757-385X

Referencias Bibliográficas

Araújo, C. (2002). Legitimidade, justiça e democracia: o novo contratualismo de Rawls. Revista Lua Nova. Re- vista da Universidade de São Paulo, 57, 73-86. http://www.scielo.br/pdf/%0D/ln/n57/a04n57.pdf https://doi.org/10.1590/S0102-64452002000200004

Aristóteles. (2004). Política (T. Guimarães, trad.). Martin Claret.

Bobbio, N. (2003). O filósofo e a política: antologia (J. F. Satillán, trad.). Contraponto.

Faria, C. F. (2000). Democracia deliberativa: Habermas, Cohen e Bohman. Lua Nova: Revista de Cultura e Política, 50, 47-68. http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-64452000000200004&script=sci_arttext

https://doi.org/10.1590/S0102-64452000000200004

Faria, E. F. de (2011). Controle do Mérito do ato administrativo pelo judiciário. Fórum. https://doi.org/10.1590/S0102-64452000000200004

Gastaud, C. (2001). Historiografia grega: Tucídides e a guerra do peloponeso. História em revista, 7(7). https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/HistRev/article/view/11891

Grondona, M. (2000). Historia de la democracia. Universidad del CEMA. https://ucema.edu.ar/publicaciones/download/documentos/175.pdf

Hegel, G. W. F (1997). Princípios da filosofia do Direito. (O. Vitorino, trad.). Martins Fontes.

Kury, M. da G. (2001). Tucídides: História da guerra do Peloponeso. http://funag.gov.br/biblioteca/download/0041-historia_da_guerra_do_peloponeso.pdf

Levitsky, S. e Ziblatt, D. (2018). Como as democracias morrem. (R. Aguiar, trad.). Zahar.

Meirelles, H. L. (2010). Direito administrativo brasileiro. (36a ed.). Malheiros.

Di Pietro, M. S. Z. (2010). Direito administrativo. Atlas.

Di Pietro, M. S. Z. (2017). Direito administrativo. Atlas.

Rawls, J. (2001). O direito dos povos. (L. C. Borges, trad.). Martins Fontes.

Rawls, J. (2002). Uma teoria da justiça. (L. C. Borges, trad.). Martins Fontes.

Silva, A. M. (2018). Direito dos povos em tempos de globalização: uma análise fracionada pragmática da teoria ideal e não-ideal de John Rawls. Revista Serviam Juris, 4(4), 91-110.

Silva, A. M. e Bastianetto, L. M. R. (2018). Instrumentos preservacionistas e mercado: análise sobre a sustentabilidade da atuação econômica na amazônia. Em: B. S. Costa (ORG.), Anais do V Congresso Internacional de Direito Ambiental e Desenvolvimento Sustentável: PanAmazônia - Integrar e Proteger. http://revista.domhelder.edu.br/index.php/congressodireitoambiental/article/view/1363

Silva, A. M. e Rosa, B. P. (2017). A reciprocidade cíclica das liberdades sociais, políticas e individuais como pressuposto básico do tripé do desenvolvimento sob o aspecto econômico minerário. Revista Direito Ambiental e Sociedade, 7(3), 171-199. https://doi.org/10.18226/22370021.v7.n3.08

Superior Tribunal de Justiça (2019). Recurso Especial em Mandado de Segurança - REsp 1784354/MS2018/0287320-3. Ministro Herman Benjamin. Segunda Turma. DJe 18/10/2019. https://scon.stj.jus.br/SCON/jurisprudencia/toc.jsp?livre=DEMOCRACIA&b=ACOR&thesaurus=JURIDICO&p=true

Xavier, V. C. S. (2019). Transparência: a hierarquização dos países decorrente da opção democrática no índice da Freedom House. Interseções: Revista de Estudos Interdisciplinares, 21(2). https://doi.org/10.12957/irei.201.44213

Cómo citar
Marques Silva, A. (2022). El derecho administrativo como instrumento para la perpetuación de la democracia. Prolegómenos, 25(49), 101-114. https://doi.org/10.18359/prole.5791
Publicado
2022-06-30
Sección
Artículos
Crossref Cited-by logo

Más sobre este tema