La Responsabilidad de Brasil por delitos contra la Humanidad: análisis del caso “Gomes Lund” y otros

  • José Carlos Macedo de Pinto Ferreira Júnior
Palabras clave: Derechos Humanos, Jurisdicción Nacional, Tortura, Juzgamiento, Condena, Responsabilidad del Estado brasilero, Guerrilla de Araguaia

Resumen

Esta investigación tiene como objetivo analizar el juicio del caso conocido como “Guerrilla de Araguaia” y la responsabilidad internacional  del Estado brasileño. Brasil había sido declarado culpable de graves violaciones de los derechos humanos, al exigir el cumplimiento de la sentencia la Corte Interamericana de Derechos Humanos (CIDH) y el castigo de los culpables. El caso se vuelve relevante en el escenario legal en el mundo, debido  que la principal institución de la justicia brasileña, la Corte Suprema de Justicia, celebró una ley constitucional que indultó a todos los acusados de asesinatos  de esa guerrilla. Surge, por lo tanto, un conflicto entre el Tribunal Internacional y la jurisdicción brasileña. Para el desarrollo de este trabajo, la investigación se realizó sobre la base de la jurisprudencia brasileña, la legislación nacional e internacional  y las decisiones de la Corte Suprema de Justicia y el Tribunal de Derechos Humanos. El método aplicado fue deductivo y se llegó a la conclusión de que en el citado caso hasta ahora nadie ha sido castigado por los crímenes crueles contra la dignidad humana. Brasil es signatario de varios tratados y transnacionales que buscan una protección eficaz de los derechos humanos. La auto-amnistía a los torturadores y asesinos traerá un enorme descrédito y, probablemente, nuevos cargos en el ámbito internacional.

Biografía del autor/a

José Carlos Macedo de Pinto Ferreira Júnior

Advogado. Doutorando em Direito Penal pela Universidade de Buenos Aires (UBA). Especialista em Direito Penal, Direito Processual Penal e Direito Ambiental. Professor na FACIPLAC - Brasília, Distrito Federal e no INESC/CNEC- Unaí, Minas Gerais. Examinador de Concursos Públicos.

Descargas

La descarga de datos todavía no está disponible.

Biografía del autor/a

José Carlos Macedo de Pinto Ferreira Júnior

Advogado. Doutorando em Direito Penal pela Universidade de Buenos Aires (UBA). Especialista em Direito Penal, Direito Processual Penal e Direito Ambiental. Professor na FACIPLAC - Brasília, Distrito Federal e no INESC/CNEC- Unaí, Minas Gerais. Examinador de Concursos Públicos.

Referencias Bibliográficas

Andorno, R. & Nascimento, C. E. B. (2008). A noção de dignidade humana é supérflua na bioética? Extraído setembro 5, 2012 desde <http://carlosnascimento.over-blog.com/article-24593777.html>.

Bobbio, N. (1992). A Era dos Direitos. Rio deJaneiro: Campus.

Constituição da República Federativa do Brasil [Const]. Art. 1º. 05 de outubro de 1988 (Brasil).

Constituição da República Federativa do Brasil [Const]. Art. 5º, parágrafo 2º. 05 de outubro de 1988 (Brasil).

Convenção Americana sobre Direitos humanos. Dispõe sobre os Direitos Humanos. Artigos 1°, 5º, 24 e 25. 22 de novembro de 1969.

Corte Interamericana de Direitos Humanos, 2006. Caso Almonacid Arellano y otros Versus Chile. Extraído setembro 5, 2012 desde http:// www.corteidh.or.cr/casos.cfm.

Corte Interamericana de Direitos Humanos, 2001. Caso Barrios Altos Versus Peru. Extraído setembro 5, 2012 desde http://www.corteidh. or.cr/casos.cfm.

Corte Interamericana de Direitos Humanos, 2010. Caso Gomes Lund e outros (“Guerilha do Araguaia”) Vs. Brasil. Extraído setembro 5, 2012 desde http://www.corteidh.or.cr/docs/ca- sos/articulos/seriec_219_por.pdf.

Garcia, E. (2009). Proteção Internacional dos Direitos Humanos: Breves reflexões sobre os sistemas convencional e não convencional. Rio de Janeiro: Lumen Juris.

Gomes, L. F.. (2008). Direito Internacional dos Direitos Humanos validade e operacionalida- de do princípio pro homine. Extraído setembro 5, 2012 desde http://bdjur.stj.gov.br/xmlui/bits-tream/handle/2011/31451/direito_internacional_direitos_humanos.pdf?sequence=1.

Gomes, L. F. & Mazzuoli, V. O. (2008). Direito Penal. São Paulo: Revista dos Tribunais.

Lei 6.683 de 1.979. Lei de Anistia. 28 de agosto de 1979. DOU. 28/08/1979.

Mazzuoli, V. O. (2008). Coletânea de Direito Internacional, Constituição Federal. São Paulo: Revista dos Tribunais.

Mazzuoli, V. O.. (2009). Curso de Direito Inter- nacional Público. São Paulo: Revista dos Tribunais.

Moraes, A. (2007). Direitos Humanos Fundamentais. São Paulo: Atlas.

Piovesan, F. (2011). Direitos humanos e justiça internacional: um estudo comparativo dos sistemas regionais europeu, interamericano e africano. São Paulo: Saraiva.

Piovesan, F. (2011). Direitos Humanos e o Direito Constitucional Internacional. São Paulo: Saraiva.

Piovesan, F. (2010). Leis de anistia, direito à verdade e à justiça: impacto do sistema interamericano e perspectivas da justiça de transição no contexto sul-americano. Extraído setembro 10, 2012 desde http://www.lrbarroso.com.br/pt/noticias/RDE-017-018-INDICE.pdf.

Rabinovich-Berkman, R. D. (2007). Derechos Humanos: Una introducción a su naturaleza y a su historia. Buenos Aires: Quorum.

Supremo Tribunal Federal. Arguição de Des- cumprimento de Preceito Fundamental 153 de 2010. (Min. Eros Grau; Abril 28 de 2010).

Supremo Tribunal Federal. Habeas Corpus 90.172 de 2007. (Min. Gilmar Mendes; Junho 4 de 2007).

Supremo Tribunal Federal. Habeas Corpus 98.893 de 2009. (Min. Celso de Melo; Junho 9 de 2009).

Trindade, A. A. C. (2006). A humanização do direito internacional. Belo Horizonte: Del Rey.

Cómo citar
Macedo de Pinto Ferreira Júnior, J. C. (2013). La Responsabilidad de Brasil por delitos contra la Humanidad: análisis del caso “Gomes Lund” y otros. Prolegómenos, 16(32), 69-85. https://doi.org/10.18359/dere.755
Publicado
2013-12-02
Sección
Artículos
Crossref Cited-by logo

Más sobre este tema